31 de Julho 2014

 

A Eucaristia não tem como único fim celebrar as nossas alegrias e a nossa gratidão, mas também forçar-nos a ajudar-nos, a fazer-nos gemer na angústia, a pôr a nú as nossas desconfianças, a diminuir as nossas invejas e a reduzir as distâncias que nos separam. O que a Eucaristia exige de nós á a vulnerabilidade, a humildade, a contrição e o perdão. A amargura, o ódio e a desconfiança são chamados a desaparecer na Eucaristia. (Ronald Rolheiser)

Irmã Madeleine Mendy

30 de Julho 2014

 

 

A Eucaristia convida-nos a nos mantermos de pé face à vida numa certa postura de reconhecimento, caindo sempre na conta de que não é a responsabilidade de quem quer que seja, que nos leva a amar-nos e a ter cuidado connosco, que o amor e a atenção vêm-nos como dom que devemos reconhecer. De facto, a própria palavra Eucaristia significa gratidão. (Ronald Rolheiser, p. 108)

 

Irmã Madeleine Mendy

 

29 de Julho 2014

Viver a Eucaristia no quotidiano é partilhar  a nossa vida de todos os dias entre nós… A Eucaristia convida-nos a nos comprometermos para com os membros das nossas famílias e das nossas comunidades, a partilhar todos os aspectos da nossa vida com outros. (Ronald Rolheiser, p. 118)

Irmã Madeleine Mendy

28 de Julho 2014

A Eucaristia convida-nos a cultivar uma atitude de receptividade para com toda a vida, … a reconhecer sempre na nossa maneira de receber, que tudo é dom, que nada nos é devido. (Roland Rolheiser, p. 102)

Irmã Madeleine Mendy

27 de Julho 2014

É preciso sermos Eucaristia viva, Eucaristia que respira em todo o tempo, não só na igreja. A Eucaristia deve ser a atitude que nos define, a nossa maneira de acolher a vida, de recebê-la e de a partilhar com os outros. Deve ser a nossa espiritualidade, quer dizer, a nossa maneira de nos mantermos na presença de Deus e dos outros neste mundo. (Ronald Rolheiser, p. 95)

Irmã Madeleine Mendy