30 e 31 de Maio de 2013

 

« Apareceu um grande sinal no Céu:
Uma mulher revestida de Sol, tendo a Lua debaixo dos pés
E uma coroa de doze estrelas sobre a cabeça », Ap 12,1 

“Ó Maria, Templo da Trindade,
portadora de fogo, distribuidora de misericórdia,
que fizeste germinar o fruto divino !...
Ó Maria, mar tranquilo, distribuidora de paz, terra fecunda.
Tu és a árvore nova que transportaste a flor odorante do Verbo, Filho único de Deus.

Em ti, terra fecunda, foi semeado o Verbo
Tu és ao mesmo tempo a terra e a árvore.
Ó Maria, carro de fogo, transportaste o fogo escondido e velado sob a cinza da tua humanidade.

barca de humildade, em ti se conserva e brilha a luz da verdadeira ciência,
com a qual elevando-te acima de ti-mesma, encantaste o Pai eterno.”                                        (Santa Catarina de Sena) 

“Fazei conhecer e amar muito a Jesus Cristo,
e testemunhai muito a devoção à Santíssima Virgem.” Marie Rivier

Ir. Maria dos Anjos

De 27 à 29 de Maio de 2013

 

 

« O Espírito e a Esposa dizem: Vem!
E aquele que ouve diga : Vem!
Aquele que tem sede, venha !
Aquele que o deseja, receba gratuitamente á água da vida»,
Ap 22,17 

 

«Santíssima Virgem Maria,
 ajudai-nos a tornarmo-nos o Povo da Palavra,
o povo da Eucaristia, o Povo da mensagem.
De que serve andar mais depressa,
se não se sabe para onde se vai ?
De que serve produzir sempre mais,
se não se sabe partilhar ? 

 

Santíssima Virgem Maria,
a um mundo dominado pelo dinheiro,
ensinai a vossa liberalidade.
A um mundo de falso brilho e de mentira,
mostrai a vossa transparência,
a um mundo que escarnece e que suja,
oferecei a vossa pureza.
Ensinai-nos a não sermos
uma página acabada de imprimir
mas uma página em cada dia em branco,
em que o Espírito de Deus desenha as maravilhas que faz em nós. »                                                               (Cardinal Etchegaray)

  « Recomendo-vos uma grande fidelidade ao silêncio
por amor da santíssima Virgem !»
Marie Rivier

 Ir. Maria dos Anjos

 

 

 

De 24 à 26 de Maio de 2013

 

 

 « Vi, depois, um novo Céu e uma nova Terra
porque o primeiro Céu e a primeira Terra haviam desaparecido e o mar já não existia.
E vi a cidade santa, a nova Jerusalém que descia do Céu de junto de Deus», Ap 21,1-2 

 

« Salve, Estrela-do-mar, Santa Mãe de Deus,
Tu, sempre virgem, bem-aventurada porta do céu…
Quebra as cadeias dos pecadores, dá a luz aos cegos,
Liberta-nos das nossas misérias, obtém-nos os verdadeiros bens.
Mostra-nos que és mãe, e que Cristo por Ti acolhe as nossas orações
Ele que, nascido para nós, aceitou ser Teu Filho.
Virgem sem igual e doce entre todas, obtém o perdão das nossas faltas,
torna os nossos corações humildes e puros.
Concede-nos uma vida santa, torna seguro o nosso caminho
para que, contemplando Jesus, partilhemos sem fim a tua alegria. »
                                 

 (Hino latino que data cerca do século X)

 “Testemunhais-me um grande desejo de vos renovardes
 nas virtudes da nossa santa vocação,
se o fizerdes, estareis em segurança para merecer a protecção
 da Santíssima Virgem e obter pela sua mediação
todas as graças que vos são necessárias»

Marie Rivier

 Ir. Maria dos Anjos

 

23 de Maio de 2013

 

 " Colocai toda avossa confiança em Deus e na protecção da Santíssima Virgem”, Marie Rivier  

“ A história da vida de Maria Rivier não é quase senão a história da sua devoção à Santíssima Virgem ou antes de uma reciprocidade não interrompida de confiança e de favores, de orações e de graças obtidas por sua intercessão. Ela era ainda muito pequenina e já gostava de passar horas inteiras aos pés da sua padroeira. Não podendo andar, ela era levada para lá em cada dia e falava à esta poderosa Rainha do céu e da terra com a ingénua confiança duma criança que fala com a sua mãe. 

De noite como de dia, ela entretinha-se no fundo do seu coração com Maria e os seus piedosos colóquios explodiam por fora quer através de vivas aspirações, impulsos do coração, “Santíssima Virgem, em meu socorro! Depressa, minha Mãe, depressa”; quer através de discursos prolongados: ”Santíssima Virgem, dizia-lhe ela, em todas as suas dificuldades, com a simplicidade duma criança, Santíssima Virgem, bem sabeis que temos necessidade de tal coisa, ides recusar-me o que vos peço? Bem sabeis que é pelo Vosso divino Filho e por Vós”. Todos os dias, de manhã e à tarde, ela recomendava-lhe a sua comunidade, pela oração da Salve Rainha, que recitava muitas vezes, no ardor da sua piedade, até sete ou oito vezes seguidas. Além do Rosário que se dizia todos os dias, mandava recitar todos os dias um Rosário particular seja pelas doentes até estarem em vias de cura, seja pelas irmãs que estavam em viagem, até terem chegado ao seu destino. Todas as vezes que ela se encontrava em qualquer embaraço, o seu recurso costumado era enviar as suas órfãs ou as suas irmãs dizerem o Rosário diante da estátua da Santíssima Virgem. 

Na simplicidade da sua devoção a Maria, ela tinha adquirido o hábito de colocar por escrito, em forma de carta, os pedidos que tinha a fazer-lhe e depor as suas cartas sobre um dos seus altares. Conservou-se um grande número delas e aí vê-se como ela abre todo o seu coração a Maria, assim como uma criança a sua mãe; agradece-lhe as graças que recebeu dela; expõe-lhe com simplicidade e confiança as suas necessidades e as da sua Congregação, proclamando-A a Fundadora, a Mãe, a primeira Superiora. Foi sob a sua protecção que tudo se fez, foi segundo as suas ordens que são as de Jesus Cristo seu divino Filho; e toda a comunidade é a companhia de Maria, como os filhos de Santo Inácio são a companhia de Jesus.” (Do espírito e das virtudes de Madame Rivier, pag. 65 e 66).

Ir. Maria dos Anjos

 

De 19 à 22 de Maio de 2013

 

 « E todos unidos pelo mesmo sentimento, entregavam-se assiduamente à oração,em companhia de algumas mulheres, entre as quais Maria, mãe de Jesus », Act, 1,14

« Maria, presente no meio dos discípulos,
fazeis que esteja próximo de nós o amor vivificante do vosso Filho ressuscitado.
Vós que guardastes no vosso coração as Palavras da salvação,
vós testemunhais diante do mundo a absoluta fidelidade de Deus.
Proclamastes a misericórdia oferecida aos homens,
de geração em geração, pelo amor benevolente do Pai.
Virgem santa, serva do Senhor,
levastes no vosso seio o fruto precioso da misericórdia divina.
Vós que seguistes o vosso Filho Jesus até à Cruz,
no « fiat » do vosso coração de mãe, aderistes sem reserva ao sacrifício redentor. 

Mãe de misericórdia, mostrai aos vossos filhos o Coração do vosso Filho, Jesus,
que vistes aberto para ser sempre fonte de vida.
Maria, atenta aos perigos e às provas dos irmãos do vosso Filho,
não cessais de os conduzir no caminho da salvação». 

                                                                            João Paulo II

Deixai em toda a parte por onde passardes as pegadas de Jesus e de Maria,
 que não haja nenhum passo perdido, nem uma palavra, nem uma acção:
 tudo para a maior glória de Deus!”

Marie Rivier

Ir. Maria dos Anjos