31 de Outubro 2013

Abençoo de todo o coração todos os missionários e as missionárias 

«Que “a Palavra do Senhor avance e seja glorificada” (2 Ts 3, 1)! Possa este Ano da Fé tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n’Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro» (Carta ap. Porta fidei, 15). Tais são os meus votos para o Dia Mundial das Missões deste ano. Abençoo de todo o coração os missionários e as missionárias e todos aqueles que acompanham e apoiam este compromisso fundamental da Igreja para que o anúncio do Evangelho possa ressoar em todos os cantos da terra e nós, ministros do Evangelho e missionários, possamos experimentar «a suave e reconfortante alegria de evangelizar» (Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 80). (Mensagem de Francisco para o Dia Mundial das missões 2013)

 Deus Pai de misericórdia, que enviastes o vosso Filho como verdadeira luz do mundo, derramai o vosso Espírito Santo para que faça nascer em nós respostas cada vez mais comprometidas no serviço à humanidade e a cada pessoa que busca razões de esperança.

Abençoa as famílias cristãs para que sejam verdadeiras comunidades domésticas onde a fé possa ser vivida com entusiasmo, o amor cresça entre todos os seus membros e a abertura aos outros se concretize no acolhimento e na partilha. 

Nós te confiamos, Senhor a Igreja, povo escolhido e enviado a anunciar a boa nova da salvação a todos os povos da terra, para que se abra à acção do Espírito Santo e testemunhe, pela palavra e pelas obras, o amor de Deus pela humanidade.

Ir. Maria dos Anjos

 

29 e 30 de Outubro 2013

Pai Nosso Missionário 

Pai Nosso
Pai dos seis biliões de pessoas
que povoam a terra inteira.

 Que estais nos céus
Na nossa família,
no nosso país, e em todo o mundo.

 Santificado seja o vosso nome
Sobretudo na pessoa dos mais pobres
e dos mais abandonados.

 Venha a nós o vosso reino
E aos irmãos dos cinco continentes
sobretudo os que não vos conhecem.

 Seja feita a vossa vontade
assim na terra como no Céu
Para que todos vivam na justiça,
na paz e no amor
e sigam pelo caminho da verdade.

 O pão nosso de cada dia nos dai hoje
Às vítimas da fome e do ódio, da violência e da guerra,
da miséria e da perseguição,
da exclusão e da injustiça,
do analfabetismo e do abandono, da droga e do álcool,
do desespero e da falta de sentido para a vida.

 Perdoai-nos as nossas ofensas
assim como nós perdoamos
a que nos tem ofendido
Mesmo a quem nos fez mal,
nos odeia e nos persegue.

 E não nos deixeis cair em tentação
De cruzar os braços diante dos problemas
por egoísmo, por medo ou por cansaço.

 Mas livrai-nos do mal
Sobretudo de esquecer ou ignorar
o vosso apelo missionário
de amar e servir todas as pessoas. Ámen.

Ir. Maria dos Anjos

27 e 28 de Outubro 2013

Testemunhas da esperança 

O Concílio Vaticano II pôs em evidência de modo especial como seja próprio de cada baptizado e de todas as comunidades cristãs o dever missionário, o dever de alargar os confins da fé: «Como o Povo de Deus vive em comunidades, sobretudo diocesanas e paroquiais, e é nelas que, de certo modo, se torna visível, pertence a estas dar também testemunho de Cristo perante as nações» (Decr. Ad gentes, 37). Por isso, cada comunidade é interpelada e convidada a assumir o mandato, confiado por Jesus aos Apóstolos, de ser suas «testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria e até aos confins do mundo» (Act 1, 8); e isso, não como um aspecto secundário da vida cristã, mas um aspecto essencial: todos somos enviados pelas estradas do mundo para caminhar com os irmãos, professando e testemunhando a nossa fé em Cristo e fazendo-nos arautos do seu Evangelho”. (Mensagem de Francisco para o Dia Mundial das missões 2013) 

Somos testemunhas de Jesus como ele nos pede?

Ir. Maria dos Anjos

 

25 e 26 de Outubro 2013

 Missão sem fronteiras 

“O anúncio do Evangelho é um dever que brota do próprio ser discípulo de Cristo e um compromisso constante que anima toda a vida da Igreja. «O ardor missionário é um sinal claro da maturidade de uma comunidade eclesial» (Bento XVI, Exort. ap. Verbum Domini, 95). Toda a comunidade é «adulta», quando professa a fé, celebra-a com alegria na liturgia, vive a caridade e anuncia sem cessar a Palavra de Deus, saindo do próprio recinto para levá-la até às «periferias», sobretudo a quem ainda não teve a oportunidade de conhecer Cristo. A solidez da nossa fé, a nível pessoal e comunitário, mede-se também pela capacidade de a comunicarmos a outros, de a espalharmos, de a vivermos na caridade, de a testemunharmos a quantos nos encontram e partilham connosco o caminho da vida. (Mensagem de Francisco para o Dia Mundial das missões 2013) 

Senhor, ajuda-nos a escutar a voz da tua Palavra. Que esta voz do Espírito Santo, nos abra à Missão sem fronteiras, levando-nos a partir ao encontro de todos os povos, raças e culturas.

Ir. Maria dos Anjos

 

 

23 e 24 de Outubro 2013

A Fé é dom que deve ser partilhado 

“A fé é um dom precioso de Deus, que abre a nossa mente para O podermos conhecer e amar. Ele quer entrar em relação connosco, para nos fazer participantes da sua própria vida e encher plenamente a nossa vida de significado, tornando-a melhor e mais bela. Deus nos ama! Mas a fé pede para ser acolhida, ou seja, pede a nossa resposta pessoal, a coragem de nos confiarmos a Deus e vivermos o seu amor, agradecidos pela sua infinita misericórdia. Trata-se de um dom que não está reservado a poucos, mas é oferecido a todos com generosidade: todos deveriam poder experimentar a alegria de se sentirem amados por Deus, a alegria da salvação. E é um dom que não se pode conservar exclusivamente para si mesmo, mas deve ser partilhado, (Mensagem de Francisco para o Dia Mundial das missões 2013). 

Senhor, envia-nos pelas estradas do mundo a proclamar o teu Evangelho a todos os povos da terra. Dá-nos o teu Espírito para que produza frutos e seja luz que ilumine toda a nossa vida.

Ir. Maria dos Anjos